Programação Cine Clube Zé Sozinho – Sessão Curumim / agosto

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Dia 10/ago/011

08h Sessão Currumim: Os Xeretas. (Brasil, 2001). Dudo, Tato e Nick são garotos entre 12 e 14 anos, os Xeretas, que descobrem uma rede de túneis abaixo da cidade, que acaba por levá-los muito além do que eles poderiam imaginar. Tudo tem início quando eles encontram uma menina, com um estranho símbolo dourado tatuado no braço, vagando perdida pelas ruas de Castro. Cor. Ficção. Livre. 86 mim.

Dia 17/ago/011

Títulos da Programadora

08h Sessão Currumim: O Cavalinho Azul (Brasil, 1984). Era uma vez um menino, chamado Vicente, que tinha um cavalo – para seus pais, um velho pangaré marrom, bem feio e magro; para Vicente, um lindo cavalo azul Passando dificuldades, os pais vendem o pangaré para comprar mantimentos. Recuperar seu cavalinho azul é a missão e a aventura de Vicente. Cor. Ficção. Livre. 94 mim.

Dia 24/ago/011

08h Sessão Currumim: Portinholas. (Brasil, 2003). Maria Luiza, uma adolescente de 14 anos, descobre no livro “Portinholas” e nos quadros de Portinari o encantamento da vida e do mundo da arte. Cor. Animação. Livre. 7 mim.

08h10m Sessão Currumim: A lasanha assasina. (Brasil, 2002). Uma lasanha foi aquecida no interior de um congelador com defeito. A baixa temperatura e os gases do aparelho causam uma mutação e lhe dão vida, transformando-a em um monstro cheio de revolta! O que poderá deter uma criatura como esta? Cor. Animação. Livre. 8 mim.

Dia 31/ago/011

08h Sessão Currumim: O músico e o cavalo. (Brasil, 1986). O encontro entre um sanfoneiro de rua e um cavalo amestrado de circo, ambos vítimas de situações adversas e difíceis, traz a tona a amizade e a solidariedade. Cor. Animação. Livre. 5 mim.

08h10 Sessão Currumim: Quando os morcegos se calam (Brasil, 1986). Numa estrada deserta, um homem enfrenta uma terrível tempestade, até chegar a uma casa misteriosa onde uma surpresa o aguarda. Cor. Animação. Livre. 6 mim.

Local: Centro Cultural Raimundo de Oliveira Borges – Caririaçu
Horário: 08h
Produção: Oficina Casa do Alto

Sistemas Agroflorestais e Agrofloresta

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Muitas vezes conhecemos e observamos as propriedades rurais a partir de uma clara divisão de ambientes distintos. Assim, em uma fazenda ou sítio, além de visualizarmos as construções, que envolvem as casas, galpões, viveiros, galinheiros, pocilgas, estábulos, currais, cercas, entre outros, também claramente identificamos as divisões do uso da terra em pasto, horta, pomar, bananeiral, roça de plantio, área de reflorestamento, reserva florestal, entre outros, além dos açudes, lagos, nascentes e riachos. No modelo de agricultura convencional, cada espécie de planta cultivada ou silvestre geralmente fica confinada aos usos de um ou mais dos ambientes citados acima. Assim, em geral o milho vai na roça de plantio, mas não vai no pomar, a árvore de madeira de lei não vai na horta e a bananeira não vai na reserva florestal. Com sistemas agroflorestais, e mais especificamente com a agrofloresta, isso fica um pouco diferente.

Sistema Agroflorestal

O termo Sistemas Agroflorestais (SAFs) é bem abrangente e envolve “formas de uso e manejo da terra, nas quais árvores ou arbustos são utilizados em associação com cultivos agrícolas e/ou com animais, numa mesma área, de maneira simultânea ou numa seqüência temporal” (DUBOIS, 1996). Com isso, a inserção do elemento “árvore” nos cultivos agrícolas ou em meio às criações animais de certo modo já representa Sistemas Agroflorestais. Estes passam então a ser classificado de diversas maneiras. Quanto aos elementos, os SAFs classificam-se em Agrossilviculturais (espécies agrícolas anuais + árvores), Silvopastoris (árvores + criações animais) ou Agrossilvopastoris (espécies agrícolas anuais + árvores + criações animais).

Quanto à estrutura espacial e temporal, os SAFs ainda classificam-se em Consórcios Florestais (plantio de poucas espécies de árvores, geralmente em linhas, em meio a pastos ou a cultivos de espécies agrícolas anuías), Quintais Agroflorestais ou Quintais Produtivos (árvores, geralmente fruteiras para fornecimento de alimentos, plantadas nas proximidades das residências de maneira mais densa ou mais espaçada, como nos pomares), Cercas Vivas (uso de árvores para delimitar áreas, geralmente linhas adensadas de espécies com densa folhagem ou com espinhos), Quebra-Ventos (parecido com as cercas vivas, porém com propósito específico de diminuir a força e velocidade do vento), Curvas de Contenção (linhas de árvores plantadas em curvas de nível, com propósito de conter erosão do solo) ou Agrofloresta (plantio mais denso de espécies cultivadas anuais e florestais junto com espécies silvestres, seguindo um padrão que imita a sucessão natural das florestas nativas do lugar). Todas essas modalidades de SAFs podem ser utilizadas, e geralmente são, nos designs permaculturais.

Mas por que inserir árvores nas cercas, no meio da pastagem ou da roça de plantio? Os elementos arbóreos e arbustivos estão presentes na maior parte dos ecossistemas naturais terrestres, sobretudo nos tropicais. Árvores nos sistemas vivos cultivados aproximam sua estrutura daquela dos sistemas naturais, aumentando sua estabilidade. Além disso, as árvores protegem o solo das forças erosivas da natureza, abrigam boa parte da fauna silvestre, estocam e reciclam carbono, energia (nas ligações entre carbonos) e nutrientes minerais importantes para a regulação climática e para sustentabilidade e produção de qualquer sistema vivo, seja ele natural ou cultivado. Esse estoque é também de recursos que podem ser diretamente convertidos em divisas, como madeira, por exemplo. Madeiras de lei nas propriedades rurais são como uma “caderneta de poupança” natural para o agricultor, lembrando-se, claro, nesse caso, de que se deve sempre plantar e cultivar mais árvores do que se pretende cortar um dia.

Ufa! Mas, esse negócio de árvores no meio das lavouras e dos bichos está ficando um troço complicado! Sim e não ao mesmo tempo. Sim porque o cultivo e/ou a criação de espécies diferentes de plantas e animais no mesmo espaço torna a área de produção mais complexa. Não, porque essa inserção das árvores pode ser feita de maneira simples, ou seja, pode ficar mais complexo, mas não necessariamente vai ser mais complicado. É uma questão de conhecer e praticar o manejo dos SAFs, com o tempo passa a ser como andar de bicicleta.

Mario Eduardo Fraga da Silva
Eng. Agrônomo, Ecólogo
Permacultor e Agrofloresteiro

(Texto extraído do Site do IPC http://www.permaculturaceara.org/pt/textos/37-sistemas-agroflorestais-e-agrofloresta )

Programação Cine Clube Zé Sozinho – Sessão Curumim / maio

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Dia 01/jun/011

08h Sessão Curumim: O MOLEQUE de Ari Candido Fernandes. SP, 2004, Ficção, colorido, 13 mim. Tião é pobre e negro, mas tem orgulho de sua mãe, a melhor lavadeira da região. Ele sai para pescar com Pedrinho, seu único amigo. Todos os outros moleques adoram lhe dar apelidos, por causa da cor de sua pele. Mas Tião não vai agüentar por muito tempo e prepara sua vingança.

Dia 08/jun/011

Títulos da Programadora

08h Sessão Curumim: TAINÁ-KAN, A GRANDE ESTRELA de Adriana Figueiredo. RJ, 2006, animação, colorido, 15 min. Segundo uma lenda karajá, Tainá-Kan, a grande estrela, vem à Terra por amor, na forma de um homem velho. A lenda explica o surgimento da agricultura para o povo karajá. Suas bonecas de cerâmica servem de inspiração para os personagens, e a trilha é composta de músicas típicas.

Dia 15/jun/011

08h Sessão Curumim: UMA JANGADA CHAMADA BRUNA de Petrus Cariry. CE, 2004, ficção, colorido, 13 min. A experiência do primeiro amor: Pedro tem 10 anos e se apaixona por Bruna, de 11 anos. Ambos são filhos de pescadores, vizinhos na mesma aldeia de praia do Ceará.

Local: Centro Cultural Raimundo de Oliveira Borges – (Caririaçu-CE)
Produção: Oficina Casa do Alto

A Casa do Alto participa da Semana do meio ambiente do SESC – Crato

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Cartaz da Semana do Meio Ambiente

A Oficina Casa do Alto marcou presença na III Semana SESC de Conscientização Ambiental, que tem como tema: Meio Ambiente, Sociedade e Desenvolvimento, e será realizado de 18 à 20 de Maio de 2011. O pessoal da Casa produziu Kits para serem distribuídos entre os participantes. Os kits são formados por uma sacola contendo um saquinho com composto orgânico e sementes de flores do campo. Mantendo o compromisso de gerar e incentivar a sustentabilidade, todos os elementos que

Sacolinhas do Kit

compõe o kit é feito de material reutilizado. As sacolinhas são feitas artesanalmente com papel doado pela gráfica Carimbos União em Juazeiro. O papel é de sobras de outros trabalhos que muitas vezes vão para no lixo.  Os saquinhos de composto são dos pacotinhos de 1k de arroz. O composto é produzido a partir do lixo orgânico da Casa que é processado até ficar no ponto. As sementes são obtidas no nosso jardim, após colhidas são armazenadas no banco de sementes.  Essa ação é  parte do GIRAE – Gestão Integrada de Resíduos, Águas e Espaços uma iniciativa do Grupo de Trabalho Sustentabilidade da Casa do Alto. Uma solução integrativa com práticas socioculturais e ambientais conjuntamente com os moradores, visitantes e interessados no processo.

Programação Cine Clube Zé Sozinho – Sessão Curumim / maio

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Dia 04/mai/011

08h Sessão Curumim: DONA CARMELA. de Iziane Filgueiras Mascarenhas. CE, 2004, Ficção, Colorido, 13 min. Ao contar a história da descoberta do afeto entre Augusto e seu neto Sérgio, o filme revela também o conflito entre o sonho de um velho ator em voltar a trabalhar e a realidade da mais poderosa contadora de história do nossos dias – a televisão.

Dia 11/mai/011

08h Sessão Curumim: AS ANDANÇAS DE NOSSO SENHOR SOBRE A TERRA. de Betse de Paula. RJ, 2005, Animação, Colorido, 13 min. Nosso Senhor é um andarilho que percorre a Terra ao lado de São Pedro curando e pregando. Quando São Pedro cai em tentação, cabe ao Nosso Senhor perdoar ou não. Adaptado da estória popular “Os rins da ovelha”, contata por João Monteiro a Luiz Câmara Cascudo (Contos Tradicionais do Brasil).

Títulos da Programadora

Dia 18/mai/011

08h Sessão Curumim: TAMPINHA. de João Batista de Melo. MG, 2004, Ficção, Colorido, 13 min. Era uma vez uma menina pequena, mas tão pequena, que, quando alguém espirrava por perto… ela voava. Seu nome era Tampinha.

Dia 25/mai/011

08h Sessão Curumim: SÃO JOÃO DO CARNEIRINHO de Tarcísio Lara Puiati. RJ, 2004, Ficção, Colorido, 13 min. São João menino perde seu carneirinho e sai à procura com a ajuda de mais três crianças. No caminho, eles encontram personagens marcantes dos folguedos juninos.

Local: Centro Cultural Raimundo de Oliveira Borges – (Caririaçu-CE)
Produção: Oficina Casa do Alto

Programação Cine Clube Zé Sozinho – Sessão Curumim / abril

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Dia 06/abr/011

08h Sessão Curumim: GOL A GOL de Bruno Carvalho. RS, 2008, Ficção, Colorido, 12 min. Gus é querido por todos e esta indo para a faculdade. No jogo de despedida, precisará tomar uma decisão: se ganhar, sairá consagrado. Se perder. Pode ajudar o irmão, Hique, a deixar de ser a chacota do colégio.

08h15 Sessão Curumim: O CEU DE IRACEMA de Iziane Filgueiras Macarenhas. CE, 2002, Ficção, colorido, 11 mim. Durante uma brincadeira infantil, duas crianças descobrem o amor, sob o céu de Iracema.

Dia 13/abr/011

08h Sessão Curumim: EMÍLIA ESCREVE UM DIÁRIO de Tata Amara. SP, 2007, Ficção, Colorido, 3 min. Emília costumava ficar com a avó enquanto sua mãe trabalhava fora. Quando a avó morre, Emília fica sozinha cuidando dos afazeres domésticos. Para se sentir melhor, ela escreve um diário.

08h05 Sessão Curumim: ERNESTO NO PAÍS DO FUTEBOL de André Queiros e Thaís Bologna. SP, 2009, Ficção, Colorido, 14 min. Em ano de Copa do Mundo, o que poderia ser pior para um garoto argentino apaixonado por futebol do morar no Brasil?

Dia 20/abr/011

08h Sessão Curumim: ÁGUAS DE ROMANZA de Gláucia Soares e Patrícia Baía. CE, 2002, Ficção, Colorido, 15 min. No sertão nordestino, uma menina sonha em conhecer a chuva. Sua avó, velha e doente, deseja realizar o sonho da neta. Um caixeiro viajante é a única esperança.

08h20 Sessão Curumim: GUIDO E GASPAR de Márcio Shoenardie. RS, 2008, Ficção, Colorido, 15 min. Guido e Gaspar são irmãos e vivem em um lugarejo distante da vida urbana. Eles ajudam seus pais na roça e nos afazeres de casa. Quando as férias de verão começam, surge a possibilidade de uma viagem curta até a cidade, mas só um poderá ir.

Dia 27/abr/011

08h Sessão Curumim: A MENINA ESPANTALHO de Cássio Pereira dos Santos. DF, 2008, Ficção, Colorido, 12 min. Luzia mora no campo com seus pais e o irmão, Pedro. Quando Pedro começa a ir à escola, Luzia que acompanhá-lo, mas é impedida pelo pai. Enquanto vigia um arrozal , ela busca outros caminhos para aprender a ler.

08h15 Sessão Curumim: AS FÉRIAS DE LORD LUCAS de Tatiana Nequete. RS, 2008, Ficção, Colorido, 15 min. Lucas é um menino cheio de imaginação. Ele e a família vão para a praia no verão, mas nestas férias sua irmã só pensa em sair AA noite e em um tal de Vitor. Lucas chega a uma conclusão lógica: ela é um vampiro.

Local: Centro Cultural Raimundo de Oliveira Borges – Caririaçu
Horário: 08h
Produção: Oficina Casa do Alto